segunda-feira, 6 de junho de 2011

Isabella Taviani e os dois lados da mesma moeda

Como eu to sem sono nessa madrugada fria, vou falar de uma coisa que esquenta até o coração mais gelado. Vou falar de amor, quem já sentiu sabe o que eu to falando e quem nunca sentiu vai sofrer um dia também, vai rir, vai chorar, enfim, vai amar. Como tá chegando o dia dos namorados, eu vou indicar uma grande cantora da nossa música popular brasileira, que fala exatamente disso, ela fala do amor, mas nem tudo são flores nas músicas, existem os dois lados que ela aborda bem.

Vou falar de Isabella Taviani e suas músicas de amor e ódio, como eu gosto de definir: "Músicas Revoltadas".
Eu começei a gostar da Isabella no momento em que começou a tocar na rádio a música "Diga Sim pra Mim"; nossa que tédio era ouvir essa música, aquela voz desesperada implorando pra pessoa se casar com ela, pra mim era o fim ouvir aquilo. Mal sabia que era o começo de uma grande admiração por esse talento indescritível.
De tanto ouvir essa música e ela grudar igual chiclete no ouvido, fui procurar quem cantava (até porque eu acabei gostando da letra), e pro meu espanto eu já conhecia a música "Luxúria", que fez parte da novela "Sete Pecados", só que como eu era ignorante, achava que era a Ana Carolina quem cantava essa música, mas hoje não admito que ninguém confunda as duas. Esse foi um resumo de como eu conheci o trabalho da Isa.

Quem tiver a oportunidade de ouvir todos os cds, pode ter certeza que vai se apaixonar, pra começar, eu indico o segundo cd,"Isabella Taviani - Ao Vivo", nesse cd ela consegue demonstrar claramente o que está sentindo, com algumas músicas revoltadas, como "O Farol", se você estiver nervoso com alguém é só cantar essa música que liberta, destaco também "Digitais" e "Canção para um Grande Amor", porque são lindas, e "De Qualquer Maneira", que é muito fofa.
Depois veio o cd "Diga Sim", aquele da música melosa que gruda que nem chiclete, eu particularmente gosto de todas, mas destaco "Iguais", que é uma música bem marcante, e "Quero Mais é Te Perder", que é outra música revoltada.
No cd "Meu Coração Não Quer Viver Batendo Devagar", Isabella suavizou mais o seu timbre, dando lugar a sensibilidade, mas sem perder esse lado revoltado, quem ouve "Presente - Passado", "Arranjo" ou "Borboletas e Risos", viaja na melodia principalmente nessa última, mas quem ouve "Todos os Erros do Mundo", "Um Vendaval" ou "Argumentos de Vidro", não esqueçe da Isabella de sempre, com músicas pra todos os gostos sem perder a ternura.






Resumo básico...

A jornada, que começou nos bares da noite carioca em 1992, tem levado a cantora e compositora Isabella Taviani a conquistar seu lugar de destaque na música popular brasileira. Nos últimos dois anos, foram mais de 70 mil discos vendidos, vários sucessos de rádio, temas de novelas e um público maior a cada dia, que vem lotando suas apresentações pelo Brasil.

Uma trajetória profissional, artística e pessoal que incorpora as fontes onde Isabella se nutriu - de Dalva de Oliveira a Elis Regina, de Maria Calas a Maria Bethânia e Simone -, passa por longas madrugadas compondo o repertório "largada num canto do apartamento", chega à produção independente do primeiro CD em 2003, pelo selo Green Songs, até aterrissar nas rádios do país inteiro, conquistadas de imediato, graças ao hit instantâneo "Foto Polaroid".

Uma vez que Taviani fincou o pé nas FM's, o jogo estava ganho. O seu núcleo de fãs foi crescendo com a descoberta de cada uma das músicas do CD independente: os sucessos "Digitais", "De Qualquer Maneira" ("Peixinho", para os íntimos) e "Castelo de Farsa". As apresentações ao vivo necessitaram de espaços cada vez maiores e os primeiros shows na Modern Sound e no Mistura Fina cederam vez a temporadas no Teatro Rival e alcançaram o Canecão.

Foi neste palco que em 2005, contratada por uma grande gravadora – Universal Music – Isabella gravou o CD e DVD "Ao Vivo", uma síntese de todas as Tavianis até então. Ela estendeu ao máximo sua capacidade de interpretação para conseguir comandar multidões (já cantou diante de 100 mil pessoas, na praia de Copacabana) e fez do palco seu lugar favorito, "a corda bamba", nas palavras dela mesma, o espaço onde o artista corre sempre seu maior risco, onde mais se expõe e é mais verdadeiro.

E, desta forma, Isabella traçou seu futuro imediato. Consolidada a base carioca com mais dois dias de Canecão lotado no lançamento do CD e DVD, partiu para solidificar sua carreira nacional. Em 2006, Taviani levou o show do projeto "Ao Vivo", ao Citibank Hall/SP, ao Teatro Castro Alves em Salvador, Teatro da UFPE em Recife e Ginásio do BNB em Fortaleza, atraindo um público cada vez maior. Depois de passar pelo interior do estado, onde fez apresentações ao ar livre nas cidades praianas de Cabo Frio, Barra de São João entre outras, a artista voltou ao Rio para encerrar a turnê num então Claro Hall também lotado.

O fim do ano de 2006 ainda foi presenteado com a gravação especial de "Viramundo" (Gil e Capinam) para a trilha da mini-série Amazônia.

Em março de 2007, Isabella Taviani, entrou em estúdio para a gravação do seu terceiro disco "Diga Sim", lançado em agosto do mesmo ano. O CD chegou ao mercado já embalado por dois temas de novelas da TV Globo "Luxúria" de Sete Pecados, e "Ternura", de Duas Caras, música da personagem Célia Mara (Renata Sorrah).

A turnê "Diga Sim" fez sua estréia no Rio em outubro, com três dias de casa cheia no Canecão, e seguiu para São Paulo, lotando a Via Funchal no mesmo mês.

Em 2007 Isabella participou de projetos como a Caravana Tim, em Teresópolis e Nova Friburgo, feiras como a Fashion BH e do Festival de Inverno de Lençóis, na Bahia.

Em fevereiro de 2008, atendendo a pedidos, a cantora voltou ao Rio de Janeiro, desta vez apresentando-se para um Vivo Rio repleto de fãs. Durante todo o mês de março foi a vez da periferia do Rio, com o Sesc Nova Iguaçu e o circuito das Lonas Culturais - Bangu, Realengo, Anchieta, Ilha do Governador, Vista Alegre, Jacarepaguá, Guadalupe, entre outros - onde bateu recordes de venda de ingressos antecipados.

Ainda em 2008 Isabella voltou a capital paulista por duas vezes (Via Funchal e HSBC Brasil) com o show, "Diga Sim" e repetiu a dose no Canecão. Depois seguiu pro nordeste e interior de São Paulo arrebatando um público cada vez maior, com suas emocionantes apresentações.

Com 60 mil CDs e DVDs vendidos do projeto "Ao Vivo" e mais de 40 mil cópias do CD "Diga Sim" na bagagem, Isabella segue sua jornada, em velocidade constante e segura.

O último cd "Meu Coração não quer viver batendo devagar" chegou às lojas em setembro de 2009, e abriu sua trajetória com o single "Presente-Passado" bem posicionado nas rádios do Brasil


domingo, 5 de junho de 2011

Tiê

Bom, eu pensei bastante antes de falar da Tiê, porque faz pouco tempo que eu começei a admirar essa incrível cantora. Ouvia sempre na rádio a música "Dois", mas por achar triste demais eu não dava muita atenção; essa música faz parte do albúm "Sweet Jardim" de 2009, que contém canções delicadas, autobiográficas, tristes e melancólicas.
Mas pra minha sorte ela lançou em março desse ano seu segundo cd "A Coruja e o Coração", com canções mais "alegres", autorais e parcerias, arranjos mais encorpados e uma versão de "Você Não Vale Nada", isso mesmo aquela música do Calcinha Preta, que eu nunca imaginei que pudesse ficar tão boa e fofa. Assisti outro dia a um show dela e no meio do show ela falou: "Vamos agora pra parte alegre do show...", e começou a cantar as músicas desse novo trabalho. Eu fiquei super feliz pois pelo menos eu não sou a única que teve essa impressão de alegria, um pouco diferente do primeiro disco.
Quem quiser conheçer e não quiser ficar triste, eu sugiro que começe pelo segundo álbum, a não ser que você esteja na maior deprê, o namoro acabou, tá naquela tristeza que não tem fim, querendo se matar, aí sim você pode ouvir o primeiro.






Um breve resumo...

Tiê foi modelo, cursou Relações Públicas na FAAP, estudou canto em Nova Iorque, e foi dona de um brechó/restaurante em São Paulo. No Café Brechó, conheceu duas figuras importantes para sua carreira na música: Dudu Tsuda e o compositor Toquinho, com quem a cantora gravou sua primeira música e viajou pelo Brasil e Europa em turnê. Em 2007 ela gravou um EP com quatro músicas, em parceria com Dudu Tsuda - tecladista das bandas Pato Fu, Jumbo Elektro, Cérebro Eletrônico e Trash Pour 4. Depois passou seis meses apenas compondo o restante das músicas do disco. Em 2008 começou a fazer shows solo e entrou para as listas de cantoras promissoras na imprensa. A cantora Tiê, aos 28 anos, lançou seu primeiro disco - “Sweet Jardim” - em março de 2009. No disco, Tiê mostra suas composições, canta e toca piano e violão em dez faixas de autoria própria, gravadas ao vivo, ao estilo low-fi. A base da maioria das canções é o violão tocado por Tiê, algumas somam efeitos incidentais e intervenções, outras trazem a letrista/cantora ao piano.
Uma pitada de David Bowie, caixinhas de música, Tom Waits, estrelas cadentes, Nancy Sinatra, chuvas de papel, Ella Fitzgerald, sapatilhas de ponta, Beatles, boás, Doris Day, balas de goma, e tantos outros que infiltraram sua derme durante esses anos. Enfim, ela decide caminhar sozinha pelos ladrilhos musicais com suas misturas requintadas que sabem muito bem onde querem chegar.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Bruna Caram

Começa hoje a temporada de shows no Bar Brahma todas as quartas de Junho (e cá estou eu escrevendo ao invés de estar lá, nessas horas o dinheiro some), no 1º show ela conta com a participação de nada mais nada menos que Luiza Possi (como eu queria ver...), bom quem puder ir é só reservar e depois comparecer ao Bar Brahma da Av. São João esquina com a Ipiranga, dias 1,8,15,22 e 29 de Junho às 22:30, valor R$ 35,00 (couvert artístico).




Um breve resumo...


Bruna Caram começou a cantar no grupo paulista Trovadores Urbanos com nove anos. Aos quinze iniciava sua fase solo fazendo homenagens a Chico Buarque e Paulinho da Viola junto com o grupo Conversa de Botequim pela noite paulistana.

Aos 22 anos, lançou seu primeiro CD, Essa Menina. O trabalho, já bastante
elogiado pela imprensa especializada, contou com composições de Otávio Toledo
(autor, entre outras, da música que dá nome ao CD, e da que abre,
Signo de Câncer), parcerias dele com J.C.Costa Netto (entre outras, “Palavras
do Coração”), e deles com Juca Novaes (“Estrada de nós dois”).

Essa Menina ganhou, em 2007, uma edição japonesa pela importante
gravadora JVC, sendo que a música que dá título ao álbum ficou
entre as 50 mais tocadas (TOP 100) na maior rádio do Japão, a J-WAVE.
Em 2009, Bruna lança “Feriado Pessoal”, dando espaço a diversos compositores até então inéditos, como Otávio Toledo, Dani Black, Caê Rolfsen, Pedro Altério e Janaína Pereira.