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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Fôlego de Filipe Catto

Bom como sempre, faz muito tempo que não me manifesto, talvez por falta de tempo ou preguiça mesmo. Mas hoje estou aqui pra escrever sobre um menino que ultimamente me encantou muito com sua voz fina, delicada e penetrante. Muitos não conheçem Filipe Catto, mas do jeito que a coisa anda  não vai demorar muito pra ele encontrar o sucesso, pois, talento não falta.
A primeira vez que ouvi a música "Adoração" na rádio, eu já sai cantando porque realmente fica na cabeça e você repete o refrão até não aguentar mais, e a voz do Filipe....O que dizer daquela voz? Bem, a primeira (segunda, terceira, quarta....) vez que ouvi realmente eu pensei que era uma mulher, não há quem diga que é um homem, foi através da internet mesmo que eu fiquei sabendo que era um homem, até porque nunca falava na rádio, e do jeito que eu sou, admiradora da voz feminina, acho que eu gostei dele por esse motivo, o timbre de voz agudo, eu deveria ter perdido o encanto quando vi que era um homem, mas aconteceu exatamente o contrário devido a esse talento enorme. Eu desejo muito sucesso, e é um enorme prazer ter que ouvir uma voz linda dessa. Fikadica.





O Mundo Novo Antigo de Filipe Catto

Porto Alegre é um manancial. Por ali nascem, crescem e se reproduzem talentos que muitas vezes ficam por lá, satisfeitos. Não foi assim com Filipe Catto. Quando se viu pronto, lançou pela internet um EP para download gratuito e fez barulho na imprensa de todo Brasil. Esperteza de um jovem veterano.

Ainda menino, cantava em bailes e festas com o pai e numa de suas primeiras experiências enfrentou uma plateia de três mil pessoas. Nenhuma timidez. Foi criado para isso, jamais pensou em fazer outra coisa da vida que não cantar e compor. Daí a sua naturalidade impressionante. Filipe domina o microfone, a dinâmica da banda e tem carisma de sobra para calar a audiência mais barulhenta, no palco se sente em casa.

Sua voz de timbre raro e seu canto afinadíssimo estão à serviço de um discurso coerente. Dramático sem ser nostálgico, atitude rock'n'roll com a sofisticação estética de um Oscar Wilde contemporâneo. Suas leituras de Hilda Hilst ou Caio Fernando Abreu se misturam às crônicas de um cotidiano romântico e compõem um repertório cheio de charme e crueza. Filipe gosta de falar de amor. Do amor entregue, da paixão desregrada, passional. Pra isso se serve do tango, do samba-canção e do blues. Brinca com gêneros e ritmos levando muito a sério a missão do intérprete. É um cantor que se dá para a canção como fazem suas musas e referências para o ofício: Cássia Eller, Elis Regina, Janis Joplin, Bethânia, P.J.Harvey, Maysa. Sem fronteiras para épocas e estilos. Qualquer coisa entre Dolores Duran e Amy Winehouse.

Filipe é um contratenor, uma definição que se aplica muito mais à música erudita do que à popular, mas tecnicamente falando é um cantor de voz especialmente extensa que atinge graves de barítono ou baixo se quiser, mas que lembra uma voz feminina de registro mais grave. Segundo Suely Mesquita, cantora, compositora e preparadora vocal, o cantor com esse tipo de voz incomum tem a capacidade de comover com a delicadeza e as nuances de timbre que se prestam muito bem a efeitos dramáticos. Mas é claro que não basta ter esse registro de voz para gerar impacto na platéia, é necessário ter estilo e expressão própria, o que não é problema para Filipe Catto. Há quem se apaixone por ele só de ver um videozinho no YouTube.

E esse jovem letrista, que admira Chico Buarque, é um compositor que não tem medo da palavra, diz que gosta de falar de sentimentos inconfessáveis. Essa coragem, ou despudor juvenil, lhe confere uma personalidade encantadora e fascinante. É ele mesmo um personagem, um poeta de séculos passados usando jeans e tênis All Star. Bonito e sedutor como um jovem Rimbaud. Com a liberdade dos artistas de seu tempo - que hoje tem o privilégio de fazer música por amor a arte e não para atender as demandas do mercado, Filipe canta a sua verdade, e é esse o mundo que queremos conhecer. Uma Saga que, na verdade, está só começando.
(http://filipecatto.com.br/biografia.php)


Eu queria colocar o vídeo de "Adoração" mas não foi possível, essa música também é incrível.

sábado, 10 de setembro de 2011

A Preguiça de Maria

Depois de muito tempo sem postar nada (eu sei, também to muito preguiçosa), vou falar de uma pessoa que eu sempre quis falar, pois, admiro tudo o que ela faz. Maria Rita você é d+!!!!
Pronto, agora que eu já puxei o saco vamos aos fatos.















Preguiça de Maria por quê?
Quem é fã da Maria sabe que a espera foi de quase quatro anos, e entre tantas divergencias sobre o cd "Samba Meu", que na minha opinião foi simplesmente diferente dos outros, mas não foi nada anormal pra tanta gente criticar, e no meu ponto de vista foi a turnê que ela se sentiu mais feliz, mas enfim, o fato é que depois de quase quatro anos pra lançar outro cd, minha querida Maria me aparece sem muitas novidades, com um cd meio que preguiçoso chamado "Elo" (até no nome é preguiçoso), a própria Maria é a produtora desse cd.
Mesmo falando aqui dessa preguiça de lançar algo totalmente novo, eu adorei as músicas que estão no cd, a Maria consegue encantar de qualquer jeito.
 

1. Conceiçao Dos Coqueiros
2. Santana
3. Perfeitamente
4. Coraçao A Batucar
5. Menino Do Rio
6. Pra Matar Meu Coraçao
7. A Historia De Lilly Braun
8. Nem Um Dia
9. A Outra
10. So De Voce
11. Coraçao Em Desalinho

Dá pra perceber músicas bastante conhecidas como: 'Menino do Rio' de Caetano, 'Nem Um Dia' do Djavan, a única que não superou minhas expectativas apesar de ficado bem legal, é  'A História de Lilly Braun', que já é bem rodada vamos dizer assim, e a versão da Maria Gadú pra essa canção é perfeita e na minha opinião bem difícil de ser superada, 'Coração em Desalinho' ficou linda, apesar de ter ficado oito meses ouvindo todo dia na abertura da novela.
Esse cd será muito bem vindo, e eu como todos os outros fãs, apesar dos pesares já adoro esse cd, que chega as lojas de todo o país no dia 22 de Setembro.
























"Elo" é o quarto CD de Maria Rita. Seu trabalho de estreia, "Maria Rita", produzido por Tom Capone, foi lançado em 2003 e resultou em sucessos como 'Cara valente', 'A festa', 'Encontros e despedidas' e 'Pagu'. Em 2005, com produção de Lenine, a cantora lançou "Segundo", com músicas de Marcelo Carmelo, Moska e Rodrigo Maranhão. "Samba meu", de 2007, com produção de Leandro Sapucahy, contou com músicas de Arlindo Cruz, Gonzaguinha dentre outros. A turnê desse disco durou cerca de três anos. Maria Rita também acumula participações em trabalhos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Ed Motta, O Rappa e Fabiana Cozza.



segunda-feira, 6 de junho de 2011

Isabella Taviani e os dois lados da mesma moeda

Como eu to sem sono nessa madrugada fria, vou falar de uma coisa que esquenta até o coração mais gelado. Vou falar de amor, quem já sentiu sabe o que eu to falando e quem nunca sentiu vai sofrer um dia também, vai rir, vai chorar, enfim, vai amar. Como tá chegando o dia dos namorados, eu vou indicar uma grande cantora da nossa música popular brasileira, que fala exatamente disso, ela fala do amor, mas nem tudo são flores nas músicas, existem os dois lados que ela aborda bem.

Vou falar de Isabella Taviani e suas músicas de amor e ódio, como eu gosto de definir: "Músicas Revoltadas".
Eu começei a gostar da Isabella no momento em que começou a tocar na rádio a música "Diga Sim pra Mim"; nossa que tédio era ouvir essa música, aquela voz desesperada implorando pra pessoa se casar com ela, pra mim era o fim ouvir aquilo. Mal sabia que era o começo de uma grande admiração por esse talento indescritível.
De tanto ouvir essa música e ela grudar igual chiclete no ouvido, fui procurar quem cantava (até porque eu acabei gostando da letra), e pro meu espanto eu já conhecia a música "Luxúria", que fez parte da novela "Sete Pecados", só que como eu era ignorante, achava que era a Ana Carolina quem cantava essa música, mas hoje não admito que ninguém confunda as duas. Esse foi um resumo de como eu conheci o trabalho da Isa.

Quem tiver a oportunidade de ouvir todos os cds, pode ter certeza que vai se apaixonar, pra começar, eu indico o segundo cd,"Isabella Taviani - Ao Vivo", nesse cd ela consegue demonstrar claramente o que está sentindo, com algumas músicas revoltadas, como "O Farol", se você estiver nervoso com alguém é só cantar essa música que liberta, destaco também "Digitais" e "Canção para um Grande Amor", porque são lindas, e "De Qualquer Maneira", que é muito fofa.
Depois veio o cd "Diga Sim", aquele da música melosa que gruda que nem chiclete, eu particularmente gosto de todas, mas destaco "Iguais", que é uma música bem marcante, e "Quero Mais é Te Perder", que é outra música revoltada.
No cd "Meu Coração Não Quer Viver Batendo Devagar", Isabella suavizou mais o seu timbre, dando lugar a sensibilidade, mas sem perder esse lado revoltado, quem ouve "Presente - Passado", "Arranjo" ou "Borboletas e Risos", viaja na melodia principalmente nessa última, mas quem ouve "Todos os Erros do Mundo", "Um Vendaval" ou "Argumentos de Vidro", não esqueçe da Isabella de sempre, com músicas pra todos os gostos sem perder a ternura.






Resumo básico...

A jornada, que começou nos bares da noite carioca em 1992, tem levado a cantora e compositora Isabella Taviani a conquistar seu lugar de destaque na música popular brasileira. Nos últimos dois anos, foram mais de 70 mil discos vendidos, vários sucessos de rádio, temas de novelas e um público maior a cada dia, que vem lotando suas apresentações pelo Brasil.

Uma trajetória profissional, artística e pessoal que incorpora as fontes onde Isabella se nutriu - de Dalva de Oliveira a Elis Regina, de Maria Calas a Maria Bethânia e Simone -, passa por longas madrugadas compondo o repertório "largada num canto do apartamento", chega à produção independente do primeiro CD em 2003, pelo selo Green Songs, até aterrissar nas rádios do país inteiro, conquistadas de imediato, graças ao hit instantâneo "Foto Polaroid".

Uma vez que Taviani fincou o pé nas FM's, o jogo estava ganho. O seu núcleo de fãs foi crescendo com a descoberta de cada uma das músicas do CD independente: os sucessos "Digitais", "De Qualquer Maneira" ("Peixinho", para os íntimos) e "Castelo de Farsa". As apresentações ao vivo necessitaram de espaços cada vez maiores e os primeiros shows na Modern Sound e no Mistura Fina cederam vez a temporadas no Teatro Rival e alcançaram o Canecão.

Foi neste palco que em 2005, contratada por uma grande gravadora – Universal Music – Isabella gravou o CD e DVD "Ao Vivo", uma síntese de todas as Tavianis até então. Ela estendeu ao máximo sua capacidade de interpretação para conseguir comandar multidões (já cantou diante de 100 mil pessoas, na praia de Copacabana) e fez do palco seu lugar favorito, "a corda bamba", nas palavras dela mesma, o espaço onde o artista corre sempre seu maior risco, onde mais se expõe e é mais verdadeiro.

E, desta forma, Isabella traçou seu futuro imediato. Consolidada a base carioca com mais dois dias de Canecão lotado no lançamento do CD e DVD, partiu para solidificar sua carreira nacional. Em 2006, Taviani levou o show do projeto "Ao Vivo", ao Citibank Hall/SP, ao Teatro Castro Alves em Salvador, Teatro da UFPE em Recife e Ginásio do BNB em Fortaleza, atraindo um público cada vez maior. Depois de passar pelo interior do estado, onde fez apresentações ao ar livre nas cidades praianas de Cabo Frio, Barra de São João entre outras, a artista voltou ao Rio para encerrar a turnê num então Claro Hall também lotado.

O fim do ano de 2006 ainda foi presenteado com a gravação especial de "Viramundo" (Gil e Capinam) para a trilha da mini-série Amazônia.

Em março de 2007, Isabella Taviani, entrou em estúdio para a gravação do seu terceiro disco "Diga Sim", lançado em agosto do mesmo ano. O CD chegou ao mercado já embalado por dois temas de novelas da TV Globo "Luxúria" de Sete Pecados, e "Ternura", de Duas Caras, música da personagem Célia Mara (Renata Sorrah).

A turnê "Diga Sim" fez sua estréia no Rio em outubro, com três dias de casa cheia no Canecão, e seguiu para São Paulo, lotando a Via Funchal no mesmo mês.

Em 2007 Isabella participou de projetos como a Caravana Tim, em Teresópolis e Nova Friburgo, feiras como a Fashion BH e do Festival de Inverno de Lençóis, na Bahia.

Em fevereiro de 2008, atendendo a pedidos, a cantora voltou ao Rio de Janeiro, desta vez apresentando-se para um Vivo Rio repleto de fãs. Durante todo o mês de março foi a vez da periferia do Rio, com o Sesc Nova Iguaçu e o circuito das Lonas Culturais - Bangu, Realengo, Anchieta, Ilha do Governador, Vista Alegre, Jacarepaguá, Guadalupe, entre outros - onde bateu recordes de venda de ingressos antecipados.

Ainda em 2008 Isabella voltou a capital paulista por duas vezes (Via Funchal e HSBC Brasil) com o show, "Diga Sim" e repetiu a dose no Canecão. Depois seguiu pro nordeste e interior de São Paulo arrebatando um público cada vez maior, com suas emocionantes apresentações.

Com 60 mil CDs e DVDs vendidos do projeto "Ao Vivo" e mais de 40 mil cópias do CD "Diga Sim" na bagagem, Isabella segue sua jornada, em velocidade constante e segura.

O último cd "Meu Coração não quer viver batendo devagar" chegou às lojas em setembro de 2009, e abriu sua trajetória com o single "Presente-Passado" bem posicionado nas rádios do Brasil


domingo, 5 de junho de 2011

Tiê

Bom, eu pensei bastante antes de falar da Tiê, porque faz pouco tempo que eu começei a admirar essa incrível cantora. Ouvia sempre na rádio a música "Dois", mas por achar triste demais eu não dava muita atenção; essa música faz parte do albúm "Sweet Jardim" de 2009, que contém canções delicadas, autobiográficas, tristes e melancólicas.
Mas pra minha sorte ela lançou em março desse ano seu segundo cd "A Coruja e o Coração", com canções mais "alegres", autorais e parcerias, arranjos mais encorpados e uma versão de "Você Não Vale Nada", isso mesmo aquela música do Calcinha Preta, que eu nunca imaginei que pudesse ficar tão boa e fofa. Assisti outro dia a um show dela e no meio do show ela falou: "Vamos agora pra parte alegre do show...", e começou a cantar as músicas desse novo trabalho. Eu fiquei super feliz pois pelo menos eu não sou a única que teve essa impressão de alegria, um pouco diferente do primeiro disco.
Quem quiser conheçer e não quiser ficar triste, eu sugiro que começe pelo segundo álbum, a não ser que você esteja na maior deprê, o namoro acabou, tá naquela tristeza que não tem fim, querendo se matar, aí sim você pode ouvir o primeiro.






Um breve resumo...

Tiê foi modelo, cursou Relações Públicas na FAAP, estudou canto em Nova Iorque, e foi dona de um brechó/restaurante em São Paulo. No Café Brechó, conheceu duas figuras importantes para sua carreira na música: Dudu Tsuda e o compositor Toquinho, com quem a cantora gravou sua primeira música e viajou pelo Brasil e Europa em turnê. Em 2007 ela gravou um EP com quatro músicas, em parceria com Dudu Tsuda - tecladista das bandas Pato Fu, Jumbo Elektro, Cérebro Eletrônico e Trash Pour 4. Depois passou seis meses apenas compondo o restante das músicas do disco. Em 2008 começou a fazer shows solo e entrou para as listas de cantoras promissoras na imprensa. A cantora Tiê, aos 28 anos, lançou seu primeiro disco - “Sweet Jardim” - em março de 2009. No disco, Tiê mostra suas composições, canta e toca piano e violão em dez faixas de autoria própria, gravadas ao vivo, ao estilo low-fi. A base da maioria das canções é o violão tocado por Tiê, algumas somam efeitos incidentais e intervenções, outras trazem a letrista/cantora ao piano.
Uma pitada de David Bowie, caixinhas de música, Tom Waits, estrelas cadentes, Nancy Sinatra, chuvas de papel, Ella Fitzgerald, sapatilhas de ponta, Beatles, boás, Doris Day, balas de goma, e tantos outros que infiltraram sua derme durante esses anos. Enfim, ela decide caminhar sozinha pelos ladrilhos musicais com suas misturas requintadas que sabem muito bem onde querem chegar.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Bruna Caram

Começa hoje a temporada de shows no Bar Brahma todas as quartas de Junho (e cá estou eu escrevendo ao invés de estar lá, nessas horas o dinheiro some), no 1º show ela conta com a participação de nada mais nada menos que Luiza Possi (como eu queria ver...), bom quem puder ir é só reservar e depois comparecer ao Bar Brahma da Av. São João esquina com a Ipiranga, dias 1,8,15,22 e 29 de Junho às 22:30, valor R$ 35,00 (couvert artístico).




Um breve resumo...


Bruna Caram começou a cantar no grupo paulista Trovadores Urbanos com nove anos. Aos quinze iniciava sua fase solo fazendo homenagens a Chico Buarque e Paulinho da Viola junto com o grupo Conversa de Botequim pela noite paulistana.

Aos 22 anos, lançou seu primeiro CD, Essa Menina. O trabalho, já bastante
elogiado pela imprensa especializada, contou com composições de Otávio Toledo
(autor, entre outras, da música que dá nome ao CD, e da que abre,
Signo de Câncer), parcerias dele com J.C.Costa Netto (entre outras, “Palavras
do Coração”), e deles com Juca Novaes (“Estrada de nós dois”).

Essa Menina ganhou, em 2007, uma edição japonesa pela importante
gravadora JVC, sendo que a música que dá título ao álbum ficou
entre as 50 mais tocadas (TOP 100) na maior rádio do Japão, a J-WAVE.
Em 2009, Bruna lança “Feriado Pessoal”, dando espaço a diversos compositores até então inéditos, como Otávio Toledo, Dani Black, Caê Rolfsen, Pedro Altério e Janaína Pereira.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ouçam!

Depois de ficar um ano de férias, cá estou com um assunto engasgado desde do ano passado querendo compartilhar com vocês, algumas pessoas já conhecem, eu sou fã já tem um tempinho mas só a uns dias atrás fui no show e acho que por esse motivo eu to escrevendo aqui. Pra mim a Banda Vega merecia um destaque a mais, uma atenção maior das pessoas que gostam de música, porque não é toda hora que vemos músicos experientes esbanjando simpatia, atenção, bom humor e música boa a todos os fãs, e não é toda hora que vemos uma voz única e imponente como da Claudia Gomes (eu mesma tento imitar).
Quem não conhece fica a dica: ouçam os dois discos da banda "Flores no Deserto" e "Novos Tempos".




Um breve resumo...


Em 1999, Claudia Gomes conheceu Mingau por intermédio de um vizinho. Nessa época o baixista já tinha planos de montar uma banda, mas como ambos estavam engajados em outros projetos, somente no ano seguinte se juntaram com Marcos Kleine. Nesse período já haviam encontrado Caio Mancini, que era dono do estúdio onde os dois CDs da banda foram gravados e mixados.

Os amigos passaram a compor juntos e prepararam uma demo, com músicas inéditas, para entregar as gravadoras. A FNM se interessou pelo projeto e em 2001 a banda lançou o primeiro CD, Flores no Deserto que traz uma combinação de soul, rock e música popular brasileira.

Em 2003 a música “Incondicionalmente” entrou como trilha de uma novela do SBT. Depois desta, mais algumas fizeram parte do repertório de novelas, como a regravação de “João valentão” de Dorival Caymmi, “História do mundo” de Leoni, “Agora só falta você” de Rita Lee e “Herói” de autoria da própria banda.

Nesses anos de trabalho, o Vega fez shows principalmente no estado de São Paulo, e participou de alguns programas de TV como Bem Brasil e Musikaos da TV Cultura. Em 2007 a banda lançou Novos Tempos, um álbum independente que tem onze músicas compostas por Claudia.

Cláudia Gomes (vocal),
Marcos Kleine (guitarra e violão),
Mingau (baixo e backing vocals),
Caio Mancini (bateria).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Recomendo


MÓVEIS COLONIAIS DE ACAJU

Não sabia por onde começar a postar, com tanta coisa que eu gosto fica mais difícil ainda, então pensei em comentar sobre essa banda que surpreendeu a todos com sua performance e energia no palco.

Eu pensava que era mais um bando de fanfarrões querendo fazer música nesse país, tanto é que eu só lembrava deles por causa do nome, mas depois que eu ouvi pela primeira vez o som dos caras fiquei apaixonada não só com o o timbre do André (que na minha opinião é muito fofo), mas também com o arranjo das canções, a energia que eles tem (confesso que fiquei sem fôlego só de assistir o dvd) e a paixão pela música que é o principal.

Um brevíssimo resumo...

A banda começou em 1998, mas só gravaram seu primeiro disco de estúdio em 2004, com o produtor Rafael Ramos, que tinha acabado de lançar a Pitty. O lançamento do cd aconteceu em 2005, daí então a banda se destacou com a apresentação no Curitiba Rock Festival.
Em 2006 além dos festivais a banda marcou presença no especial Raul Seixas no Som Brasil (TV Globo). Em agosto de 2008 fizeram uma turnê de seis shows pela Europa - Bélgica, Suíça, Rep. Tcheca e Alemanha. Logo após, fecharam o repertório do segundo disco, que seria gravado a partir de outubro de 2008 com o apoio da Trama.
Em 2009 teve presença garantida no VMB, mesmo não ganhando o prêmio, eles fizeram uma apresentação que pra variar fez todo mundo pular.
Considerada por muitos a mais importante banda independente do Brasil, o Móveis Coloniais de Acaju tem a declarar que ainda há muito a fazer, e o reconhecimento vem com o tempo.

Integrantes
André Gonzáles (voz)
BC (guitarra)
Beto Mejía (flauta transversal)
Eduardo Borém (gaita cromática e teclados)
Esdras Nogueira (sax barítono)
Fabio Pedroza (baixo)
Fabrício Ofuji (produção)
Gabriel Coaracy (bateria)
Paulo Rogério (sax tenor)
Xande Bursztyn (trombone)

http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/